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ARTES & LETRAS : José Cid, Músico
2008/11/9 5:40:00
ARTES & LETRAS




José Albano Cid de Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942), cantor, teclista e compositor português.



A fama chegou-lhe inicialmente através da sua participação como teclista e vocalista no conjunto Quarteto 1111, no qual obteve grande êxito com a canção A lenda de El-Rei D.Sebastião, em 1967, inovadora para a época. Ainda com o quarteto, concorreu ao Festival RTP da Canção de 1968, com Balada para D.Inês.

O álbum homónimo do Quarteto 1111 é editado em 1970, sendo alvo de censura.

José Cid assume-se como monárquico e anarquista. Vive actualmente em Mogofores, Anadia.

Fonte : Wikipédia

Site Pessoal : http://www.josecid.com/

Iniciou a sua carreira em 1956, com a fundação de Os Babies, agrupamento musical especializado na interpretação de músicas de outras bandas. Em 1960 criava o Conjunto Orfeão, com José Niza, Proença de Carvalho e Rui Ressurreição.


Em 1971, José Cid lança o seu primeiro disco a solo. São também editados os EPs Lisboa perto e longe e História verdadeira de Natal. No ano seguinte lança o EP "Camarada". Em 1973, o Quarteto 1111 adopta o nome Green Windows, numa tentativa de internacionalização.

Concorre ao Festival RTP da Canção de 1974, a solo com "Uma rosa que te Dei" e com os Green Windows que apresentaram as canções "No dia em que o rei fez anos" e "Imagens". Uma das suas composições mais conhecidas, "Ontem, hoje e amanhã", recebe um dos prémios de "composição notável" no Festival Yamaha de Tóquio, em 1975, certame a que tinha concorrido já em 1971 com "Ficou para Tia".

Forma o grupo Cid, Scarpa, Carrapa & Nabo, com Guilherme Inês, José Moz Carrapa e Zé Nabo. Gravam o tema "Mosca super-star" e o EP "Vida (Sons do quotidiano)" de 1977.

Em 1978 lança o álbum 10,000 anos depois entre Vénus e Marte, um marco na história do rock progressivo, que vem a obter mais tarde reconhecimento a nível internacional.

No Festival da OTI de 1979, fica em 3º lugar com "Na cabana junto à praia".

Com a canção "Um grande, grande amor", vence o Festival RTP da Canção (1980) com 93 pontos. No eurofestival conquista um honroso 7º lugar, com 80 pontos, entre 19 concorrentes. É também na década de 80 que lança "Como o macaco gosta de banana", "Mosca Superstar" ou "Cai neve em Nova York".

No início dos anos 90, José Cid causou alguma polémica ao posar nu para uma revista de acontecimentos sociais, com um dos seus discos de ouro, como forma de protesto contra a forma como as rádios desprezavam os intérpretes portugueses, incluindo ele próprio, em proveito de intérpretes estrangeiros.

Em 2000, editou o livro Tantos anos de poesia.

Em 2004, José Cid participou em anúncios de uma conhecida marca de chás gelados, nos quais se interpretou a si próprio, cantando e vindo do espaço, enquanto proferia a frase: "Olá malta! Tudo bem? Tá-se?"

2006 foi um ano de grande sucesso para José Cid. Trouxe a sua música aos palcos do bar Maxime, em Lisboa, em dois espectáculos com bilhetes rapidamente esgotados e um mar de gente eufórica a assistir. Lançou um novo disco, "Baladas da minha vida", com velhas canções regravadas de forma acústica sem recurso a computadores e dois temas novos, "O melhor tempo da minha vida" e "Café contigo".

2007 actua no Campo Pequeno, em Lisboa para 4800 espectadores com três convidados especiais, André Sardet, Luís Represas e o Quarteto 1111. O concerto foi gravado para futura edição tanto em CD como em DVD.



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