
Fernando José Fernandes Costa Mascarenhas nasceu em Lisboa, numa casa de saúde que havia na Avenida da República, no dia 17 de Abril de 1945.

O actual Marquês de Fronteira é um homem de grande cultura e um democrata convicto. Durante o período da ditadura abriu as portas do palácio para várias reuniões da oposição o que certamente lhe trouxe vários amargos de boca; depois do 25 Abril colaborou, apoiou e participou em várias iniciativas culturais.
Há vários anos que não aparece nos média.
A sua acção civica que certamente lhe trouxe desconforto e porventura prejuízo (só o sentido da liberdade e da justiça o obrigou a isso) merece ser realçada e publicitada, em sua vida.
É bom que a democracia não esqueça este homem bom e culto que a ajudou a implementar-se e a consolidar-se.
O actual representante das Casas de Fronteira, Alorna e Távora , 13º Conde da Torre, de juro e herdade, 12º Marquês de Fronteira, 13º Conde de Coculim (títulos da família Mascarenhas), 14º Conde de Assumar, 10º Marquês de Alorna (títulos da família Almeida Portugal), representante genealógico, reconhecido por Alvará do Conselho de Nobreza em 15/12/1992 dos títulos de Marquês de Távora, Conde de São João da Pesqueira e Conde de Alvor, representação portuguesa do título de Conde de Oeynhausen. Brasão de Armas pleno de Mascarenhas, coroa de Marquês, timbre um leão rompante de vermelho lampassado de ouro. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa, frequentou a Universidade de Coimbra e a de Nanterre. Nasceu a 17 de Abril de 1945, em Lisboa, foi Assistente e depois Assistente Convidado da Universidade de Évora entre 1979 e 1988. Instituiu em 1989 a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna de que foi co-fundador, com sua 2ª mulher, D. Mafalda Osório Miquelino, com sua mãe, D. Maria Margarida Canavarro Fernandes Costa e seu padrasto Frederico Henrique George. É autor de vários textos sobre o Palácio Fronteira, sobre a 4ª Marquesa de Alorna e sobre património, entre outros assuntos e publicouSermão ao Meu Sucessor, Dom Quixote, Lisboa, 2003 e, em colaboração com Geoge E. Marcus, Ocasião. The Marquis and the Anthropologist: a collaboration, Altamira Press, Walnut Creek, CA, 2005. Casou em 1ºs núpcias em 11 de Novembro de 1967, com D. Isabel Cristina Cardigos dos Reis e em 2ªs núpcias em 13 de Agosto de 1984, com D. Mafalda Osório Miquelino, da qual está divorciado desde 2002. Não tendo geração, a sucessão da Casa passará a seu primo co-irmão, D. José Maria Pinto Basto Mascarenhas e a seu filho D. António Infante da Câmara Mascarenhas.NOTA: No dia 15 de Novembro de 2007 o Instituto da Nobreza Portuguesa, a pedido dos interessados, mas por sugestão e com plena autorização do então detentor, foi concedido a D. José Maria Mascarenhas o título de Conde de Assumar e a seu filho D. António Mascarenhas o título de Conde de Coculim, pelo que D. Fernando Mascarenhas passou a ser apenas Conde da Torre e Marquês de Fronteira e Alorna.
Fonte http://www.fronteira-alorna.pt